OPERAÇÃO CANDEEIRO: DELAÇÕES HOMOLOGADAS NO STF - UM SENADOR E DOIS FEDERAIS FORAM CITADOS

Matéria do G1-RN que, ao contrário do G1 nacional, não teve acesso aos documentos que, conforme noticiado, envolvem mais três notáveis políticos do RN.
A coisa é mais evidente que a sucessão de dias e noites. Basta pensar porque políticos se engalfinham para indicar cargos em órgãos como o IDEMA. Que tipo de interesse tem alguém de 'ser padrinho político' do chefe de um órgão que cuida de licenciamentos e multas?
Leia:
Um senador da República e dois deputados federais do Rio Grande do Norte foram citados em delações premiadas celebradas entre o Ministério Público Federal, o Ministério Público potiguar, o ex-diretor administrativo do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) e uma professora universitária. As citações são relativas ao esquema de desvios dentro do Idema que resultou na deflagração da operação Candeeiro, em setembro de 2015. As delações, que ainda estão sob sigilo, foram homologadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux em 3 de março passado. O G1 teve acesso ao documento.
Bem. Temos assim dois nomes: Agripino e Garibaldi. a senadora Fátima não se enquadra na definição de 'um senador'...
Com a homologação por parte do Supremo Tribunal Federal, as delações passam a servir como base para novos pedidos de inquérito e investigações das Operações Dama de Espadas e Candeeiro. A partir de agora, os autos dos processos resultantes das duas ações seguem para o STF.
A novidade na homologação de Luiz Fux é o surgimento de uma outra delação premiada. Ela foi celebrada com a professora universitária Vilma Rejane Maciel de Sousa, que trabalha no setor de licenciamento ambiental da Fundação para o Desenvolvimento Sustentável da Terra Potiguar (Fundep).
A 'tese' defendida pela mãe de Reinaldo sobre sua condição psicológica pode cair por terra, uma vez que a outra colaboradora disponha de elementos e provas que sustentem as declarações do ex-chefe do IDEMA.
Em novembro passado, o advogado e ex-diretor administrativo do Idema Gutson Johnson Giovany Reinaldo Bezerra assinou termo de colaboração premiada se comprometendo a delatar outras pessoas envolvidas em fraudes ocorridas no próprio Idema e na Assembleia Legislativa, inclusive "políticos que tenham praticado ilícitos".
A semelhança do que ocorreu no IDEMA com o suposto esquema existente na Assembleia salta aos olhos.
Luiz Fux lembra, no documento, que a Operação Candeeiro investigou “esquema de corrupção desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no âmbito do Idema”. O texto da homologação não traz os políticos citados por Gutson Reinaldo e Vilma Rejane nas delações, mas o ministro esclarece que “em face da menção dos colaboradores ao envolvimento de parlamentares federais, especificamente dois deputados federais e um senador, nos fatos delituosos, configura-se a competência do Supremo Tribunal Federal para a homologação dos acordos”.
O ministro ressalta que os termos de acordo de colaboração premiada homologados foram conduzidos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e que as delações se baseiam na Lei 12.850/2013, que define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal.
Gutson

Em dezembro passado, o G1 antecipou que Gutson Reinaldo havia assinado a delação premiada. No acordo, Gutson se compromete a devolver R$ 350 mil e quatro imóveis que, segundo ele, foram adquiridos com dinheiro proveniente de desvios e que ainda não tinham sido identificados pelo MP na investigação que culminou na deflagração da Operação Candeeiro. Desde o dia 20 de dezembro, ele cumpre prisão domiciliar, o que foi acordado entre as partes.

Em 25 de abril do ano passado, Gutson, que era apontado como o cabeça do esquema de desvios no Idema, foi condenado a 17 anos e um mês de reclusão em regime fechado pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa, além de ter que restituir R$ 13.790.100,60 aos cofres públicos. Ele foi condenado ainda a perda de 17 bens que inclui uma casa na praia de Cotovelo, apartamentos em prédios no bairro de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal, e uma casa no condomínio Bosque das Palmeiras, em Parnamirim. Outras dez pessoas também foram condenadas nesse processo, que já tem uma deleção premiada homologada: a de Clebson José Bezerril, ex-diretor financeiro do Idema.
A participação de Gutson Reinaldo rendeu 21 imóveis e muito dinheiro. Por tais montantes destinados ao preposto de 'supostos políticos envolvidos' já se pode inferir que o assalto ao erário não foi pouca coisa.
No acordo, o ex-diretor administrativo do Idema se compromete a identificar - “sem malícia ou reservas mentais”, conforme trecho do documento, os "autores, coautores e partícipes das diversas organizações criminosas" que tenham envolvimento com desvios de dinheiro público. Gutson decidiu revelar a "estrutura hierárquica e a divisão de tarefas" nos esquemas. Para isso, forneceu documentos e outras provas materiais.
A partir do momento que tais coisas forem publicadas a vida de muito político profissional no RN valerá tanto quanto um risco no chão.
As operações Dama de Espadas e Candeeiro foram deflagradas pelo MP em 2015. Segundo os promotores de Justiça, a primeira apurou desvios de R$ 5,5 milhões da Assembleia Legislativa potiguar. Em relação à Candeeiro, um relatório elaborado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e divulgado em outubro passado aponta que foram desviados R$ 34.943.970,95 do Idema entre os anos de 2011 e 2015.
O período em que as investigações informa sobre os possíveis implicados.
Ainda não se sabe quem Gutson Reinaldo citou, mas a expectativa é que a delação faça a intersecção entre as duas operações. A Dama de Espadas prendeu a mãe de Gutson, a ex-procuradora-geral da Assembleia Legislativa Rita das Mercês Reinaldo, em 20 de agosto do ano passado – 14 dias antes da prisão do filho. De acordo com os promotores, os dois esquemas fraudulentos, separadamente, eram operados por mãe e filho.
A 'separação' ainda será demolida pelas evidências que estão sendo levantadas. É provável que os promotores e procuradores já tenham reunido provas robustas das 'peripécias' praticadas com o dinheiro do contribuinte potiguar. E a população não espera outra coisa das autoridades competentes que não seja a punição exemplar dos inúmeros malfeitores que contribuíram, e muito, para a penúria dos serviços oferecidos a população e para o caos que se tornou a administração pública.

Inscrições abertas para o III Workshop Internacional sobre Água no Semiárido Brasileiro



Inscrições: até 18 de Setembro de 2017
Submissão de Trabalhos: até 28 de Agosto de 2017

Acesse o site e confira: www.aguanosemiarido.com.br

Acompanhe também todas as novidades e promoções através da página no Facebook:www.facebook.com/WorkshopInternacionalSobreAguanoSemiarido/


ALGODÃO NO NORDESTE

Por José Romero Araújo Cardoso e Marcela Ferreira Lopes
A utilização do algodão (Gossypium sps.) para diversos fins foi constatada quando da descoberta do Novo Mundo pelos Europeus, pois nativos do continente americano aproveitavam a fibra para a fabricação de utensílios usados no cotidiano.
A rede de dormir é exemplo da herança indígena no que tange ao uso dessa planta da família das Malváceas para a confecção de bens que no presente participam ativamente na geração de emprego e renda de diversos municípios nordestinos, como São Bento do Brejo do Cruz (Estado da Paraíba).
O algodão foi responsável pela revitalização agrícola brasileira após a expulsão dos holandeses e a decadência da cultura canavieira no litoral oriental nordestino, proporcionada pela concorrência efetivada pelo açúcar batavo produzido nas Antilhas.
A industrialização pioneira que originou-se na Inglaterra teve no setor têxtil o carro-chefe do complexo processo surgido com o advento das máquinas, exigindo matéria-prima abundante a fim de atender a demanda crescente, tendo em vista que vestir-se é um dos requisitos da vida em sociedade.
O algodão mocó, provavelmente nativo do Seridó Norte-riograndense, arbóreo, chegando a mais de dois metros de altura, em alguns casos houve registros de plantas com mais de cinco metros, dotado de fibras longas, adaptado às condições edafoclimáticas do semiárido, considerado por muitos como a melhor variedade do mundo, passou a ser cultivado em todos os Estados Nordestinos.
O binômio gado-algodão passou a definir a importância econômica da hinterlândia nordestina, sendo que em diversos momentos o segundo passou a superar a própria razão da ocupação das terras interioranas.
O cultivo do algodão passou a ser feito sobretudo em grandes latifúndios, motivado por agentes econômicos que dispunham de condições e contatos que viabilizassem a venda do produto.
Depois de algum tempo o algodão passou a ser uma cultura infinitamente mais democrática que a da cana-de-açúcar, tendo em vista que pessoas pobres, mas detentoras de pequenos pedaços de terra, passaram a cultivá-lo e comercializá-lo em praças especializadas, como Campina Grande (PB), Recife (PE) e Mossoró (RN), formando uma elite enriquecida com o Ouro Branco do sertão. Negros alforriados que a duras penas conquistaram pequenos lotes de terra galgaram degraus na rígida e inflexível sociedade sertaneja agropastoril graças ao algodão.
A introdução de descaroçadores foi de suma importância para a dinâmica econômica da região sertaneja. Para o algodão mocó indicava-se o de rolo, enquanto para as espécies herbáceas utilizava-se o de serra.
Campina Grande, localizada no Estado da Paraíba, foi beneficiada economicamente, de forma espetacular, quando Cristiano Lauritzen introduziu descaroçador de algodão e passou a aproveitar-se da produção sertaneja que demandava a Pernambuco, cujos tropeiros que conduziam fardos de algodão antes tinham na cidade apenas ponto de parada obrigatória. No presente, experiências genéticas que resultaram no algodão colorido denotam a invectividade dos pesquisadores da EMBRAPA a fim de revitalizar o produto na economia local.
O colonialismo inglês ocupou terras possuidoras de histórias milenares, como a Índia e o Egito, transformando-as em imensos algodoais, bem como aproveitando áreas geográficas próximas a fim de fomentar transações comerciais, a exemplo das que foram efetivadas com o sul dos EUA escravocrata e monocultor, dedicado de forma extraordinária à cultura algodoeira.
A distância separando o sul dos EUA da Inglaterra minimizava extraordinariamente os custos com o transporte da matéria-prima indispensável ao funcionamento de suas orgulhosas indústrias têxteis.
A guerra de secessão que ensanguentou o território norte-americano no início da década de sessenta do século XIX privou os ingleses de se abastecer com o algodão produzido no sul dos EUA.
O drama conjuntural interno vivido pelos EUA suscitou a necessidade de buscar em áreas próximas o algodão que tanto necessitavam, fazendo com que o sertão nordestino vivesse dias de glória. A demanda externa mostrou-se tão proeminente que diversas áreas dedicadas ao cultivo da cana-de-açúcar passaram a cultivar o algodão.
Os ingleses interessaram-se de tal forma pela qualidade do algodão produzido no sertão nordestino que diversas iniciativas foram fomentadas, a exemplo da construção de ferrovias, levadas avante pela Great Western Company. O objetivo era minimizar a depreciação do produto, transportado em tropas de burros.
Mesmo depois que a situação de beligerância nos EUA tranquilizou-se, em razão da qualidade do algodão sertanejo houve ênfase à procura externa pela excelente matéria-prima produzida na região nordestina.
A desaceleração da demanda externa deu ênfase ao surgimento de indústrias têxteis de pequeno porte, cuja produção visava atender ao mercado interno. O tecido de chita, popularizado no nordeste brasileiro, exemplifica a forma alternativa que se exponencializou para absorver a produção algodoeira local.
A atenção do governo também se destacou quando da instalação de diversas Estações Experimentais, ligadas de início ao Ministério da Agricultura e depois à EMBRAPA, sendo que a do Seridó norte-riograndense era uma das mais importantes, tendo em vista os estudos de melhoria genética levados avante pelo agrônomo Carlos Faria, entre outros estudiosos.
O algodão passou a ser sinônimo de melhor qualidade de vida, principalmente no semiárido. A colheita e comercialização do algodão eram sinônimos de melhores alentos para boa parte da sofrida população de ermos esquecidos localizados no Nordeste Brasileiro.
As quermesses, períodos juninos e festas de padroeiros espalhadas pelo interior do Nordeste eram mais animados quando a população sertaneja que se dedicava à cotonicultura contava com o dinheiro apurado com a venda do algodão. Era uma festa quando os pais chegavam em casa, sorridentes, alegres, contando o que haviam conseguido com a venda da safra.
Exemplo da importância do algodão para a economia regional observou-se no Estado da Paraíba no século XX, pois quando das discórdias envolvendo o “Coronel” José Pereira Lima e o Presidente João Pessoa, a tributação exorbitante sobre a produção sertaneja, sobretudo a referente ao algodão, determinou um dos motivos para a deflagração da “Guerra de Princesa” em 1930.
O algodão esteve presente, de forma indissociável, na vida social e econômica sertaneja, até meados da década de oitenta do século XX, quando a praga do bicudo acabou com a importante atividade cotonicultora e definiu uma das maiores crises enfrentadas pela região.
José Romero Araújo Cardoso é geógrafo e professor da Universidade do Estado do RN (UERN)
Marcela Ferreira Lopes é geógrafa e especialista em educação de jovens e adultos
BLOG CARLOS SANTOS

PORTALEGRE: PREFEITURA REALIZARÁ LEILÃO DE VEÍCULOS

COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO
AVISO DE LEILÃO DE BENS INSERVIVEIS Nº 0001/2017 – PROCESSO LICITATÓRIO Nº 000033/16

A PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTALEGRE/RN, torna público através do leiloeiro designado que estará realizando no dia 04 de Abril de 2017 as 09h00min Leilão Público de bens moveis inservíveis para o Município de Portalegre/RN, Conforme segue relação de bens discriminação na Lei Municipal nº 372/2017, de 23 de Janeiro de 2017: 

item 01 - FIAT/UNO MILL FIRE FLEXPLACA MZB-3035, LOTAÇÃO SECRETARIA DE SAÚDE. CHASSI 9BD15822764693383 – ANO 2005/2006 - COMBUSTÍVEL: GASOLINA COMUM. COR: BRANCA. CAPACIDADE DE PASSAGEIROS: 5 LUGARES. Valor inicial R$ 3.000,00; 

item 02 - CORSA CLASSICPLACA MZF-6850, LOTAÇÃO SECRETARIA DE SAÚDE. RENAVAN 793954819 – CHASSI Nº 8AGSB19Z03R111670 – ANO 2002/2003 – COMBUSTÍVEL: GASOLINA COMUM. CAPACIDADE DO TANQUE: 60 LITROS, COR: BRANCA. CAPACIDADE DE PASSAGEIROS: 5 LUGARES. Valor inicial R$ 3.400,00; 

item 03 - F 4000, PLACA MXO-8988, LOTAÇÃO SECRETARIA DE AGRICULTURA. RENAVAM 812488164 – CHASSI 9BFLF47G23B089235 – ANO 2003 – DIESEL COMUM. CAPACIDADE DO TANQUE: 100 LITROS, COR: AZUL. Valor inicial R$ 26.000,00; 

item 04 - SAVEIRO – VW 1.8, PLACA MYF-5304, LOTAÇÃO SECRETARIA INFRA ESTRUTURA – RENAVAM 803413629 - CHASSI 9BWEC05X03P004036 - ANO 2002 - COMBUSTÍVEL: GASOLINA. CAPACIDADE DO TANQUE: 45 LITROS. COR: BRANCA. Valor inicial R$ 6.300,00; 

item 05 - CORSA CLASSIC LIFE 1.0 - ANO: 2009/2010, PLACA NNK-4165, LOTAÇÃO SECRATARIA DE ASSITÊNCA SOCIAL. RENAVAM 153220139 – CHASSI 8AGSA1910AR105662 - COMBUSTÍVEL: GASOLINA. CAPACIDADE DO TANQUE: 45 LITROS. COR: BRANCA. Valor inicial R$ 9.000,00; 

item 06 - CORSA CLASSIC 149556-CHEVROLET/CLASSIC (Nacional) 1.0 – ANO: 2010PLACA NNK-6972, LOTAÇÃO SECRETARIA DE SAÚDE/ ENDEMIAS. RENAVAM 198771673 – CHASSI: 9BGSA1910AAB255172 - COMBUSTÍVEL: GASOLINA. CAPACIDADE DO TANQUE: 45 LITROS, COR: BRANCA. CAPACIDADE DE PASSAGEIROS: 5 LUGARES. Valor inicial R$ 9.800,00; 

item 07 - SPRINTER 310 D – ANO: 1998PLACA MXO-1790, LOTAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇAO. RENAVAM 708996930 – CHASSI 8AC690341WA527669 - COMBUSTÍVEL: DIESEL COMUM. CAPACIDADE DO TANQUE: 100 LITROS, COR: VERDE. CAPACIDADE DE PASSAGEIROS: 16 LUGARES. Valor inicial R$ 8.000,00; 

item 08 - L-200 4X4 GLS – ANO: 2005, PLACA MYL-9787, LOTAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO. RENAVAM 872900061 – CHASSI 93XHNK3406C542056 - COMBUSTÍVEL: DIESEL COMUM. CAPACIDADE DO TANQUE: 70 LITROS, COR: PRATA. Valor inicial R$ 17.000,00 e 

item 09 - AMBULÂNCIA DUBLÒ MODIFICA ABI – ANO: 2008 , PLACA NNK-6306, LOTAÇÃO SECRETARIA DE SAÚDE. RENAVAM 980441307 – CHASSI 9BD22315592014077 - COMBUSTÍVEL: GASOLINA. CAPACIDADE DO TANQUE: 65 LITROS, COR: BRANCA. CAPACIDADE DE PASSAGEIROS: 5 LUGARES. Valor inicial R$ 15.000,00. 

PORTALEGRE: PREFEITURA OFERECE MAIS 8 VAGAS PARA ESTÁGIO REMUNERADO

GABINETE DO PREFEITO
EDITAL Nº 004/2017 - PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS EM ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO OU EXTRA CURRICULAR REMUNERADO SEM VÍNCULO EMPREGATÍCIO, PARA ATUAR NO MUNICÍPIO DE PORTALEGRE, NA FORMA ESPECIFICADA NO PRESENTE EDITAL.
O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTALEGRE, no uso de suas atribuições administrativas, por meio da Secretaria de Administração e Recursos Humanos, amparado pela Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, considerando excepcional interesse público de ofertar vagas de estágio enquanto um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, torna público a abertura de Processo Seletivo Simplificado para a contratação de Estagiários para atuar na Prefeitura de Portalegre.
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES:
1.1 O presente Processo Seletivo Simplificado tem o objetivo de selecionar estagiários, para estágio não-obrigatório ou extra curricular remunerado sem vínculo empregatício, por 6 (seis) meses, podendo ser renovado por igual período por no máximo três vezes, totalizando dois anos, nos termos da Lei nº 11.788, de 04 de setembro de 2008, para atuar na Prefeitura.
1.2 O Processo Seletivo Simplificado para Estágio será realizado pelo próprio município de Portalegre, através da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos.

EDITAL: AQUI

DESEMBARGADOR POTIGUAR SE TORNOU O 'COMENTADOR GERAL DO ESTADO'. É DEPRIMENTE!

Só no RN um desembargador, em pleno exercício de suas atividades, poderia se tornar o 'comentador geral do estado'. O desembargador tem 'solução' para todos os problemas que assolam o RN e quase todos os dias é instado a 'comentar' alguma mazela, especialmente, aquelas provenientes do 'desgoverno' em andamento.
Algumas vezes as opiniões do desembargador até fazem sentido, mas o 'diabo' é que o homem não deveria dá pitacos em nada que seja da alçada alheia. seria tão absurdo quanto o governador orientar o desembargador em suas sentenças.
Leia:
O desembargador Cláudio Santos, ex-presidente do Tribunal de Justiça, sugeriu que o Estado promova um “enxugamento da máquina administrativa” para que mais recursos possam ser alocados para áreas essenciais como a segurança pública.
Supõe-se que o governo deveria reduzir participações em outras áreas (Santos não diz quais) para aumentar de tamanho na segurança pública... Fácil não é?
De acordo com o magistrado, essa é a alternativa para contornar a onda de violência no Rio Grande do Norte que já provocou mais de 500 assassinatos apenas no ano de 2017. O dado, segundo ele, demonstra que “o Governo perdeu o controle” da situação.
Para o desembargador parece que o problema da escalada da violência é apenas uma questão aritmética e mais recursos seriam suficientes para suplantá-lo.
“Nós vivemos uma onda de violência. A quantidade de policiais mortos mostra a verdadeira guerra civil em que vivemos. Hoje ninguém está isento de ser assaltado ou morto a qualquer hora”, resumiu.
Santos defende a aplicação de ações emergenciais na área de segurança, mas propõe inicialmente uma revisão no que é gasto pelo Poder Público. “Temos de diminuir o tamanho da estrutura da máquina pública, e não aumentá-la. Assim, sobrarão mais recursos para a saúde, a educação e a segurança”, afirma, sem especificar por onde a drenagem deveria iniciar.
A declaração do desembargador acontece no mesmo dia em que o Observatório da Violência Letal Intencional (OBVIO) divulgou um relatório que mostra que os três primeiros meses deste ano são os mais violentos da história do estado. De janeiro a março, até agora, foram 503 homicídios. O documento divulgado traz outros dados estatísticos, como o fato de que 84% dos assassinatos é provocado por disparos de arma de fogo.
Santos comparou a situação registrada no Rio Grande do Norte com o cenário de violência nos estados vizinhos. “Estados como a Paraíba, Pernambuco e Ceará enfrentam problemas. Mas nenhum deles é tão grave como o do Rio Grande do Norte”, registrou o magistrado.
O que temos acima não são palavras de um desembargador no exercício de suas atividades, mas de alguém que se concedeu um 'licenciamento especial' para fazer oposição ao atual governante de plantão e se promover para tentar viabilizar uma candidatura ao governo.
É deprimente!
NOVOS PRESÍDIOS
Outro ponto criticado pelo desembargador no que diz respeito à política de segurança e administração do sistema penitenciário por parte do Governo foi o anúncio da construção de dois novos presídios, com capacidade para 603 detentos cada, em Afonso Bezerra.
Segundo o ex-presidente do TJ, a instalação de uma unidade prisional no município da Região Central que fica distante cerca de 170 Km de Natal não irá atender à Lei de Execuções Penais. “Diante disso, por se tratarem de recursos federais, acredito que o Ministério Público Federal deverá intervir junto a essas obras para atender o princípio da eficiência administrativa”, ressaltou.
A região de Afonso Bezerra não apresenta condições mínimas de segurança que possibilitem a atividade plena dos presídios, segundo o desembargador, que também não acredita na capacidade de ressocialização dos detentos desses equipamentos que o Governo pretende construir.
Além disso, Santos chamou a atenção para o fato de que a maioria da população carcerária do Rio Grande do Norte é proveniente da Região Metropolitana de Natal. Pela questão geográfica, o desembargador também questionou a escolha de Afonso Bezerra. “Os presos precisarão de visitas de parentes e advogados. E o presídio tem uma interação com a comunidade”, assinala o desembargador, prevendo problemas de logística com a condução de detentos para julgamentos e audiências e fornecimento de mantimentos para as unidades.
“Os presos devem ficar onde são produzidos. Se maioria é presa na Região Metropolitana, é lá que eles têm de ser mantidos presos. A melhor alternativa seria escolher um local na Grande Natal”, concluiu.
BLOG DO JP

SECA E A CAJUCULTURA POTIGUAR

A cadeia produtiva do setor de cajucultura, responsável também pela produção de castanhas, um dos produtos de maior destaque da economia potiguar, enfrenta grave crise com os cinco anos seguidos de seca que foram responsáveis por reduzir em mais de 70% a área de produção em solo potiguar.
Segundo José Simplício de Holanda, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Emparn, um estudo realizado em parceira com a Emater, junto as regiões produtoras de caju, mostrou uma queda vertiginosa nas áreas de plantação.
“Até meados de 2011 o Estado contava com cerca de 120 mil hectares de cajucultura, principalmente em Serra do mel, sertão do Apodi e Mossoró, porém com os anos seguidos de seca e algumas pragas na plantação houve uma redução de 60% da área, hoje temos em média 70 mil hectares”, explicou Simplício.
No Sertão do Apodi e Serra do Mel mais de 80% da área de plantação foi dizimada. “A produção que chegava ser de até 50 mil toneladas de castanha, hoje fica em média 15 mil toneladas”, detalhou Simplício.
Os empregos sazonais gerados na colheita entre setembro e fevereiro também sofreram impactos, chegavam a ser contratados cerca de 120 mil trabalhadores, já atualmente é menos da metade. “Mais de 75% da área de produção são de pequenos produtores, o que aumenta o drama da situação”, disse o pesquisador.
Ainda segundo ele, seriam necessárias cerca de 10 milhões de mudas de cajueiro para reequilibrar a produção que também sofre a concorrência do mercado externo, principalmente da África.
PORTAL NO AR

LEIA:

RN: O FUTURO DA CAJUCULTURA

55º Congresso da SOBER: “Inovação, Extensão e Cooperação para o Desenvolvimento”

Estamos nos aproximando do 55º Congresso da SOBER, com o tema “Inovação, Extensão e Cooperação para o Desenvolvimento”, a ser realizado na Universidade Federal de Santa Maria, em Santa Maria - RS, no período de 30 de julho a 03 de agosto de 2017, sendo o último dia reservado para visitas técnicas.

O site do evento já está disponível, para submissão de trabalhos, no endereço:
[http://%20http//sober.org.br/congresso2017/] http://sober.org.br/congresso2017/.  

O prazo limite para o envio dos trabalhos é 26 de Março de 2017 (Domingo), às 24 horas.
É importante observar que para poder submeter os trabalhos um dos autores deve ser sócio da SOBER, tendo pago a anuidade de 2017. Para isto, o sócio deve acessar o site da SOBER e emitir o boleto de pagamento.

Contamos com o apoio de todos para fazermos um grande congresso em 2017.

Cordiais e respeitosas saudações,

Comissão Científica do Congresso da SOBER

A dinâmica da produção de melão no RN

A produção de melão irrigado cresceu substancialmente no Brasil nos últimos 20 anos. Segundo a Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), do IBGE, se no ano de 1995 os agricultores brasileiros produziram 159.267 toneladas da fruta, em 2015 o número saltou para 521.596 toneladas, o que representa um crescimento de 227%. Esse ganho de produção ocorreu, principalmente, pela expansão das lavouras na região Nordeste, aonde se concentra a maior área cultivada dessa fruta no país.
Entre os estados nordestinos, os dois principais produtores são o Ceará e o Rio Grande do Norte (RN), que lidera o ranking nacional na produção e na quantidade exportada de melões. Juntos, eles respondem por praticamente 75% da produção brasileira, conforme a fonte citada anteriormente.
A produção média de melão no RN, de forma isolada, tem se mantido em torno de metade do total nacional ao longo da série estatística analisada (1995-2015). Recentemente, contudo, a sua participação percentual foi ampliada pela migração de empresas do Ceará, alcançando a cifra de 52% no final de 2015. A queda da produção do Ceará e sua consequente migração para as terras potiguares se deveu à crise hídrica naquele estado, que tem sido mais grave do que nas áreas produtoras norte-rio-grandenses.
Note-se que há uma diferença fundamental na oferta hídrica para irrigação do melão no Ceará e no RN, haja vista que nossa produção se desenvolve majoritariamente a partir de poços tubulares. No Ceará, por sua vez, a maior parte da produção ocorre utilizando águas superficiais, tendo como principal fonte de abastecimento a bacia do Rio Jaguaribe. Logo, a crise hídrica dessa bacia, com recuo acentuado da área perenizada da mesma, expulsou do referido estado um grande número de produtores que migraram para o RN, sobretudo para aquelas regiões onde havia maior disponibilidade de água para irrigação.
Mas nem todas as regiões do RN com oferta hídrica disponível registraram ganhos de produção com a debandada de empresas do território cearense. Em Baraúna, em função da superexploração do lençol freático e da baixa reposição dos estoques de água subterrânea ocasionada pela escassez de chuvas, também ocorreu uma forte queda na produção de melão. Por outro lado, Tibau, Mossoró, Galinhos e Apodi foram os municípios que mais aumentaram a área cultivada no período entre 2014 e 2015.
Quanto à distribuição geográfica, uma característica marcante da cultura do melão no RN é a sua forte concentração espacial. Em 2015, último dado disponível do IBGE, das 271.361 toneladas de melão produzidas pelos produtores norte-rio-grandenses, 98% estavam concentradas em somente seis dos 167 municípios do estado, a saber: Mossoró (69%), Tibau (14%), Baraúna (6%), Galinhos (4%), Macau (3%) e Apodi (2%).
É pertinente destacar que a posição ocupada pelas localidades listadas não é uma realidade estática. Isso porque outra característica da lavoura do melão potiguar é a sua grande mobilidade espacial. A história da nossa fruticultura é marcada por ciclos de expansão e declínio das plantações dessa fruta em alguns espaços específicos da geografia estadual. Nesse sentido, vale registrar os ciclos expansivos da produção de melão em municípios como São Miguel do Gostoso, Parazinho, Jandaíra e Pedra Grande (todos compondo uma mesma região), os quais não tiveram sustentação no longo prazo.
Outro caso exemplar nessa direção é o da microrregião do Vale do Açu, que viu sua produção de melão despencar depois da falência da FRUNORTE, nos anos 1990, mas parece iniciar um novo ciclo de crescimento da atividade com a chegada de novas empresas atraídas pelos seus solos férteis e, especialmente, por suas abundantes reservas subterrâneas de água doce ainda pouco exploradas pela agricultura irrigada relativamente às demais áreas do estado.
Portanto, em termos de perspectivas, tudo indica que a produção de melão vai continuar sua expansão no campo potiguar, pelo menos enquanto existir reservas hídricas disponíveis. O produto é o principal responsável pelo crescimento recente das exportações do estado e não há sinais de mudança no horizonte próximo. Além disso, a crise de outras culturas comerciais importantes, como a banana, abre oportunidade para o seu desenvolvimento em espaços antes ocupados por essa lavoura, especialmente por grandes empresas agroindustriais, uma vez que a participação dos pequenos produtores na atividade é bastante reduzida.
Resta saber, entretanto, se o RN manterá sua competitividade frente ao Ceará, sustentando o atual padrão de crescimento das suas plantações de melão após a disponibilidade hídrica no estado vizinho ser normalizada. Obviamente que essa normalização ainda levará algum tempo para acontecer. Mas fica a dúvida se, retomada essa oferta normal, não ocorrerá uma nova migração dos produtores, desta vez das terras potiguares para o território cearense. De qualquer forma, vale lembrar que essa “marcha para o Oeste” da cultura do melão já aconteceu antes, e o que estamos assistindo no momento é uma “marcha para o Leste”, tendo como fator determinante a busca por fontes de abastecimento d’água para tocar adiante os empreendimentos ameaçados pela estiagem prolongada.
Joacir Rufino (Economista, professor e pesquisador da UERN)
José Aldemir Freire (Economista e Chefe da Unidade Estadual do IBGE no RN)

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